quarta-feira, 30 de março de 2011





Alguns dizem que causam espinhas, outros dizem que não tem nada haver !

Alguns dizem que chocolate acalma, outros não acreditam !

Uns dizem que chocolate é bom, quando se está na TPM, outros acham que isso e bobeira!

Uns dizem que chocolates é o simbolo do amor, outros não tão nem aí pra isso !

Uns dizem que são chocolatras, outros não gostam muito !

Mais a verdade, é que chocolate é a melhor coisa que já pode ser inventada !

I love Chocolate .


Esclarecendo os fatos !


Uma menina, afirma que foi a um show, da banda 30 SECONDS TO MARS, e que o vocalista ( Jared ) teria lhe jogado agua na cara, xingado sua mãe, e mostrado o dedo do meio a menina. O nome da menina, é Brunna Kelly ! Ela, revoltada, mandou sua história para a VJ da Mtv MariMoon, que sem provas alguma acusou o cantor ! Brunna mandou uns videos comprovando os fatos, mais a questão é que em parte nenhuma do video, o vocalista aparece jogando agua, xingando etc. Só tem uma foto, em que Jared está mostrando o dedo do meio. Mais de fato, como todos os fãs sabe, isso é uma 'caracteristica' do cantor, mostrar dedo, jogar agua no PUBLICO, xingar ! Pois bem, dia seguinte ao show, 3OSTM (banda) Foi convidada para participar do programa Acesso MTV, que seria apresentado pela Vj. Jared, ficou sabendo por um empressario, que a Vj marimoon estaria defendendo a menina, sem qualquer prova, então Jared disse : ''Só participo do programa, se Marimoon não for''. A mtv então, deixou a vj fora de cena, enquanto a banda esteve lá.
Conclusão : ainda não se foi provado nada, nem se aconteceu, nem se não aconteceu.

A banda não quis falar sobre esse assunto, e os Echelon ( nome dado aos fãs, e ligados a banda ) estão revoltados ! Vamos ver até a onde essa palhaçada vai !

domingo, 27 de março de 2011

Sorte de hoje: Nossa força cresce de nossa fraqueza

Eu acredito em nada, nem no fim nem no começo. Eu acredito em nada, nem na Terra e nem nas estrelas. Eu acredito em nada, nem no dia e nem na escuridão. Eu acredito em nada, a não ser a batida dos nossos corações. Eu acredito em nada, cem sois até nos separarmos. Eu acredito em nada, nem no Diabo nem em Deus. Eu acredito em nada, nem na paz e nem na guerra. Eu acredito em nada, a não ser na verdade de quem nós somos

Você não pode fugir de si mesmo.
A diferença de idade não importa, quando o sentimento é verdadeiro !

sexta-feira, 25 de março de 2011


  • Sim, eu tenho que me conformar, mais não garanto que será fácil.
2 dias apenas, 2 dias de muito sofrimento, e depressão !
Essa angústia não passa, uma angústia enorme em meu coração !
Minha banda favorita, minha vida, meu ar, minha inspiração, e pensar que não vou poder vê-los, me dá uma dor muito grande na alma !
Eu daria tudo, para esta lá com eles, curtindo, gritando, pulando, cantando, mas não vou poder ir .
Eu desejo, á todos vocês, que vão ao show, que seja o melhor show do mundo e que vocês representem todos os Echelons que não vão poder comparecer .
Pra mim, vai ser um dia muito ruim, se não for um dos piores, mais vocês pode ter certeza, que meu pensamentos estarão todos voltados ao show ! Eu não deixo de ser menos fã, só porque não vou estar lá,com o corpo, porque vou estar lá com pensamentos. Talvez eu não consiga dormir, talvez eu chore um pouco, mais isso passa, sabe, coisa de fã !
Meu apoio, e boa sorte á todos echelons que vão ao show !
Mariana C, e todas as fãs que não vão poder ir, no melhor show do mundo )



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quinta-feira, 24 de março de 2011

Suicidio Kurt Cobain. É grande, mais leia !!

Em 05/04/1994: Kurt Cobain, líder da banda Nirvana, comete suicídio no auge da fama com um tiro de espingarda na cabeça, sendo encontrado apenas cerca de dois dias depois. O corpo foi achado por um eletricista contratado para instalar equipamentos de segurança que arrombou uma janela após desconfiar que havia algo errado. Ao lado do cadáver foi encontrada uma nota de suicídio escrita com tinta vermelha, endereçada à mulher Courtney Love e à filha Frances. A grande quantidade de heroína encontrada em seu corpo leva um grupo mais desconfiado a supor que Kurt foi assassinado (por não ser possível a alguém tão dopado colocar a arma na cabeça e puxar o gatilho).
Segue abaixo o relato da Wikipedia sobre os últimos dias de Kurt:
O último show do Nirvana aconteceu no Terminal Einz, em Munique, Alemanha, em 1 de março. Um Kurt completamente estafado e com a voz visivelmente desgastada determina férias instantâneas - shows marcados para os dias 2 e 3 são cancelados e, depois, adiados para abril, quando a turnê européia teria sua segunda parte. Cobain é diagnosticado com bronquite e com uma grave laringite. Cobain vai para Roma, Itália, para descansar, se medicar e encontrar com Courtney Love. Courtney chega a Roma no dia 3 e encontra Kurt no Hotel Excelsior. O casal passou várias semanas sem se ver. As expectativas de Kurt pelo reencontro levam um banho de água gelada quando Courtney diz que está exausta e quer dormir. Quando ela acorda na manhãzinha do dia 4, Kurt está no chão, com o nariz sangrando. Ele havia tomado champanhe e cerca de 50 pílulas do tranqüilizante Rohypnol. Kurt deixa uma carta de despedida com três folhas, caracterizando a tentativa de sucídio. Mas, oficialmente, o fato é divulgado como uma dose excessiva e acidental de medicamentos. Na carta, Kurt diz que Courtney não o ama mais, e que ele preferia morrer a passar por mais um divórcio (o primeiro foi o de seus pais). Internado no hospital Umberto I, Kurt sai do coma no dia 5 e é transferido para o American Hospital, também em Roma. Recebe alta no dia 8 e volta para os Estados Unidos no dia 12.
Em 18 de março, Courtney chama a polícia de Seattle porque Kurt se trancou em um quarto da casa com um revólver. Os policiais conversam com ele, que afirma não ser um suicida e querer apenas ficar longe da esposa. Quatro armas que Cobain tem na casa são confiscadas.
Love planeja intervir seriamente nos problemas de Kurt, preocupada com seu vício em heroína. Dez pessoas envolveram-se no trabalho, incluindo colegas, amigos, executivos da gravadora e Dylan Carlson, um dos amigos mais íntimos de Kurt. Danny Goldberg, empresário do Nirvana, descreveu Cobain como sendo “extremamente relutante” e que “ele negava que estava fazendo qualquer coisa auto-destrutiva”. Contudo, Cobain concordou em se internar no Exodus, em Los Angeles, Califórnia, que aconteceu em 30 de março. Courtney estava na mesma cidade promovendo o novo disco do Hole, “Live Through This”. No dia 1º, por volta das 19:30h, Kurt saiu pelas portas dos fundos da Exodus sob o pretexto de fumar um cigarro e escalou o muro de pouco menos de dois metros de altura. E fugiu. Duas horas depois, Kurt usou seu cartão de crédito para comprar uma passagem de primeira classe para Seattle no vôo 788 da Delta. Antes de embarcar, ligou para a Seattle Limusine e marcou para ser apanhado no aeroporto - pediu explicitamente para que não enviassem uma limusine. Tentou falar com Courtney, mas ela não estava - deixou uma mensagem dizendo que havia ligado. Ela já o estava procurando em Los Angeles assim que soube que Kurt sairia do Exodus. Ficou convencida de que ele irira comprar drogas e provavelmente ter uma overdose. Kurt chegou em casa à 1:45h da manhã do sábado, 2 de abril. Ali, passou um tempo com o casal Cali e Jessica Hooper, colegas que estavam hospedados na casa. Horas depois, Kurt chamou um táxi e tentou comprar munição. Vendo que as lojas ainda estavam fechadas, Kurt desistiu e provavelmente se hospedou no motel Crest ou no Quest - que ficavam próximos de um de seus traficantes. Naquele dia ele também foi até a Seattle Guns e comprou uma caixa de cartuchos de espingarda calibre 20.
Com o intuito de descobrir o paradeiro de Kurt, Courtney cancelou todos os seus cartões de crédito. Nos dois dias que se seguiram, houve notícias dispersas de que Kurt havia sido visto. Na noite de domingo, 3, ele foi visto no restaurante Cactus, jantando com uma mulher magra, provavelmente sua traficante, Caitlin Moore, e um homem não identificado. Naquele domingo, Courtney ligou para detetives particulares das Páginas Amarelas de Los Angeles, até que encontrou um que estava trabalhando naquele fim de semana. Tom Grant e seu assistente Ben Klugman a visitaram naquela tarde. Ela disse que seu marido havia fugido do centro de reabilitação, que estava preocupada com a saúde dele e pediu a Grant que vigiasse o apartamento da traficante Caitlin Moore, onde ela imaginava que Kurt poderia estar. Grant subcontratou um detetive de Seattle, dando-lhe ordens para observar a casa de Dylan Carlson e o apartamento de Caitlin. A vigilância foi montada naquele mesmo domingo. Entretanto, os detetives não montaram guarda imediatamente na casa de Kurt, que ficava no Lake Washington Boulevard.
Na segunda-feira, 4, Courtney pediu que a polícia verificasse a casa em Lake Washington. Os policiais passaram por lá várias vezes, mas não viram nenhum movimento. Naquele dia, à noite, Cali saiu de casa, deixando Jessica sozinha no quarto dele. Por volta da meia-noite, ela ouviu ruídos. “Ouvi passos no andar de cima e no corredor”, lembra ela. Gritou um “oi” mas não ouviu resposta. Estima-se que era Kurt chegando naquele começo de madrugada. Cali só voltou depois das três da manhã, e ele e Jessica dormiram até tarde da manhã seguinte.
Na tarde de terça-feira, 5, Courtney mandou Eric Erlandson, seu amigo e guitarrista do Hole, ir até a casa do Lake Washington procurar por Kurt. Ele encontrou-se com Cali e Jessica e os três procuraram por Kurt, armas e drogas. Tentativas todas em vão. Ninguém pensou em procurar na garagem e na estufa, e Erlandson saiu apressado rumo à casa em Carnation, onde a irmã de Kurt morava na ocasião. Na quarta, 6, Jessica e Cali deixaram a casa dos Cobain, mas na tarde de quinta, 7, Courtney conseguiu falar com o casal e ordenou que procurasse por Kurt mais uma vez na casa do Lake Washington. Os dois foram até lá juntos com uma amiga, Bonnie Dillard. Não encontraram nada e deixaram um bilhete com um sermão para Kurt e mandando-o procurar por Courtney. Logo que foram embora, Dillard mencionou que talvez tivesse visto algo perto da garagem, mas, amedontrados, ninguém quis voltar para checar.
Dois dias antes, 5, nas horas que antecediam a alvorada de terça feira, Kurt Cobain havia despertado em sua cama. Os travesserios ainda tinham o cheiro do perfume de Courtney. No quarto, o aroma misturou-se com o cheiro ligeiramente picante da heroína cozida - este também era um cheiro que o despertava.
Kurt havia dormido com suas roupas do corpo. Vestia sua camiseta da banda Half Japanese e suas calças Levi’s favoritas. Vestiu e amarrou os cadarços do par de tênis Converse que possuia, caminhou até o aparelho de som e colocou para tocar um disco do R.E.M., “Automatic for the People”. Acendeu um Camel Light e caiu de costas na cama com um bloco tamanho ofício apoiado em seu peito e uma caneta vermelha de ponta fina. Ele já havia escrito uma longa carta pessoal à sua esposa e filha, rapidamente rabiscada, enquanto estava no Exodus. Ele havia trazido o papel até Seattle e havia enfiado sob um dos travesseiros impregnados de perfume. “Você sabe, eu amo você. Eu amo Frances. Eu sinto muitíssimo. Por favor, não venha atrás de mim. Eu sinto muito, muito, muito.”, eram algumas das palavras que Kurt havia escrito, enchendo uma página inteira com esse pedido de perdão. “Eu estarei lá”, continuou ele. “Eu protegerei você. Não sei para onde estou indo. Simplesmente não posso ficar mais aqui.”
Tinha sido muito difícil escrever aquele bilhete, mas ele sabia que esta segunda carta seria igualmente importante e ele precisaria ter cuidado com as palavras. Ele endereçava “Para Boddah”, o nome de seu amigo de infância imaginário. Quando soltou a caneta, havia enchido a página inteira, exceto por cinco centímetros. Ele fumara três cigarros redigindo o bilhete. As palavras não tinham saído com facilidade e havia erros de grafia e sentenças pela metade. Ele assinou dizendo “paz, amor e empatia. Kurt Cobain”. Escreveu ainda mais uma linha - “Frances e Courtney, eu estarei em seu altar” - e enfiou o papel e a caneta no bolso esquerdo do casaco.
Ele se levantou da cama e entrou no closet, onde retirou uma tábua da parede. Neste cubículo secreto havia uma arma dentro de uma capa de náilon bege, uma caixa de cartuchos de espingarda e uma caixa de charutos Tom Moore. Ele repôs a tábua, enfiou os cartuchos no bolso, agarrou a caixa de charutos e aninhou a pesada espingarda sobre seu antebraço esquerdo. Em um closet do corredor, ele apanhou duas toalhas - ele não precisava delas, mas sabia que alguém precisaria. Desceu silenciosamente os dezenove degraus da larga escadaria. Estava a cerca de um metro do quarto de Cali e não queria que ninguém o visse. Ele havia refletido sobre tudo isso, traçado um mapa com a mesma premeditação que dedicava às capas de seus discos e a seus vídeos. Haveria sangue, muito sangue, e uma bagunça que ele não queria em casa. Principalmente, ele não queria assombrar aquele lar, deixar sua filha com o tipo de pesadelos com que ele havia sofrido.
Quando se dirigia para a cozinha, passou pela soleira da porta onde ele e Courtney haviam começado a acompanhar o quanto Frances havia crescido. Apenas uma linha estava ali agora, uma pequena marca de lápis com o nome dela a cerca de 79 centímetros acima do chão. Kurt nunca mais veria outra marcas mais altas naquela parede, mas estava convencido de que a vida de sua filha seria melhor sem ele.
Na cozinha, ele abriu a porta de sua geladeira Traulson de aço inox de 10 mil dólares e apanhou uma lata de cerveja de raizes da Barq, tomando cuidado para não soltar a espingarda. Levando essa carga macabra - cerveja de raízes, toalhas, uma caixa de heroína e uma espingarda, tudo o que mais tarde seria encontrando num arranjo de plantas bizarro -, ele abriu a porta para o quintal e atravessou o pequeno pátio. A aurora estava rompendo e a neblina pairava próximo do chão. A maioria das manhãs em Aberdeen eram exatamente assim: nevoentas, orvalhadas, úmidas. Ele jamais veria Aberdeen novamente; jamais escalaria efetivamente até o topo da caixa d’água no “Morro do Think of Me”; jamais compraria a fazenda que sonhava em Grays Harbor; jamais acordaria novamente numa sala de espera de hospital tendo fingido ser um visitante para só encontrar um lugar quente para dormir; jamais veria novamente sua mãe, irmã, pai, mulher ou filha. Ele trilhou os cerca de vinte passos até a estufa, galgou os degraus de madeira e abriu o conjunto de portas francesas dos fundos. O piso era de linóleo: seria fácil de limpar.
Ele sentou-se no chão da estrutura de cômodo único, olhando para as portas da frente. Ninguém conseguiria vê-lo ali, a menos que estivesse trepado nas árvores atrás de sua propriedade, e isto não era provável. Não queria mais ver o interior de um hospital novamente, não queria um médico de jaleco branco apalpando-o, não queria ter um endoscópio em seu estômago dolorido. Ele estava acabado para aquilo tudo, acabado para o seu estômago, ele não poderia estar mais acabado. Como um grande diretor de filmes, ele havia planejado este momento até os mínimos detalhes, ensaiando esta cena ao mesmo tempo como diretor e como ator. No curso dos anos, tinha havido muitos ensaios finais, passagens de raspão que quase seguiam este caminho, fosse por acidente ou, às vezes, por querer, como em Roma. Talvez fora sempre isto que ele guardava vagamente em sua cabeça, como um ungüento precioso, como a única cura para uma dor que jamais passaria. Ele não se importava com a liberação do desejo, ele desejava a libertação da dor.
Ficou sentado pensando coisas que só ele sabia por vários minutos. Fumou cinco Camel Light e sorveu vários goles de sua cerveja. Tirou o bilhete do bolso, estendeu-o no chão do linóleo e tinha de escrever em letras maiores, que não saíram tão perfeitas, por causa da superfície que ele estava: “Por favor, vá em frente, Courtney, por Frances, pela vida dela que será muito mais feliz sem mim. Eu te amo. Eu te amo”. Essas últimas palavras haviam completado a folha. Depositou o bilhete no alto de um monte de terra para vasos e fincou a caneta no meio, para que, como uma estaca, segurasse o papel no alto, sobre a terra.
Tirou a espingarda da capa de náilon macia. Dobrou cuidadosamente a capa, como um garotinho separando suas melhores roupas de domingo depois da missa. Tirou a jaqueta, estendeu-a sobre a capa e colocou as duas toalhas no alto desse monte. Ele foi até a pia e apanhou uma pequena quantidade de água para o seu fogareiro de droga e sentou-se novamente. Abriu a caixa com 25 cartuchos de espingarda e tirou três, enfiando-os na câmara da arma. Moveu o mecanismo da Remington para qu e um único cartucho estivesse na câmara. Retirou a trava de segurança da arma.
Fumou seu último Camel Light. Tomou mais um gole da Barq. Lá fora, estava começando um dia nublado - era um dia como aquele em que ele chegara a este mundo, 27 anos, um mês e dezesseis dias antes. Ele agarrou a caixa de charutos e tirou um pequeno saco plástico que continha cem dólares de heroína preta mexicana - era um bocado de heroína. Ele pegou cerca de metade, um chumaço do tamanho de uma borracha de lápis e o colocou na colher. Sistemática e habilmente, preparou a heroína e a seringa, injetando-a logo acima do cotovelo, não muito longe de seu “K” tatuado. Devolveu os instrumentos para a caixa e se sentiu uma nuvem, rapidamente flutuando para longe deste lugar. O jainismo pregava que havia trinta céus e sete infernos, todos dispostos em camadas ao longo de nossas vidas; se ele tivesse sorte, este seria seu sétimo e último inferno. Afastou para o lado seus instrumentos, flutuando cada vez mais rápido, sentindo sua respiração se reduzir. Ele tinha de se apressar agora: tudo estava se tornando nebuloso e um matiz verde-água enquadrava cada objeto. Agarrou a pesada espingarda, encostou o cano contra o céu de sua boca. Faria barulho; ele tinha certeza disso. Disparou. E então ele se foi.
O corpo de Kurt Cobain foi encontrado pelo eletricista Gary Smith, que chegou à casa do Lake Washington para instalar um novo sistema de segurança. Às 8:40h da sexta-feira, 8, Smith estava perto da estufa e olhou para dentro dela. “Eu vi um corpo estendido lá no chão. Pensei que fosse um manequim. Depois notei que havia sangue na orelha direita. Vi uma espingarda estendida ao longo de seu peito, apontando para seu queixo”, relatou Gary. Ele ligou para a polícia e, em seguida, para sua empresa.
Enquanto isso, em Los Angeles, Courtney havia sido internada no Exodus na quinta-feira, 7, para reabilitação. Na sexta, recebeu a notícia da morte de Kurt através da colega Rosemary Carroll. Courtney deixou a cidade num Learjet com Frances, Rosemary, Eric Erlandson e a babá Jeackie Farry. Quando chegaram à casa do Lake Washington, ela estava cercada por equipes dos telejornais.
Foi possível identificar o cadáver como sendo de Kurt, embora seu aspecto fosse macabro: as centenas de bolinhas de chumbo do cartucho da espingarda haviam espandido sua cabeça e o haviam desfigurado. A polícia retirou as digitais do corpo e as impressões batiam com àquelas já arquivadas no caso da prisão por violência doméstica.
A autópsia encontrou traços de benzodiazepinas (tranquilizantes) e heroína no sangue de Kurt. O nível de heroína era tão alto que mesmo ele - famoso pela enorme quantidade que tomava - não poderia ter sobrevivido por muito mais tempo do que aquele que levou para disparar a arma.
Courtney estava inconsolável. Quando os policiais finalmente deixaram o local, e com apenas um guarda de segurança como testemunha, ela reconstitiu os últimos passos de Kurt, entrou na estufa - que ainda tinha de ser limpa - e mergulhou as mãos em seu sangue. No chão, ajoelhada, ela rezou e gemeu de dor, erguendo as mãos cobertas de sangue para o céu e gritou: “Por quê?!”. Ela encontrou um pequeno fragmento do crânio de Kurt com cabelo preso a ele. Ela lavou e passou xampu nesse horripilante suvenir.
No sábado, 9, Courtney foi até a agência funerária para ver o corpo de Kurt antes de ser cremado - ela já tinha solicidado que fossem feito moldes de gesso de suas mãos. Grohl tambem foi convidado e declinou, mas Krist compareceu, chegando antes de Courtney. Ele passou alguns momentos a sós com seu velho amigo e desatou a chorar. Quando ele saía, Courtney foi introduzida na sala de inspeção. Kurt estava sobre uma mesa, vestido com suas roupas mais elegantes, mas seus olhos tinham sido costurados. Era a primeira vez em dez dias que a Courtney viu o marido e foi a última vez que seus corpos físicos ficaram juntos. Ela acariciou seu rosto, falou com ele e cortou uma mecha de seus cabelos. Depois, baixou as calças dele e cortou uma mecha de seus pêlos púbicos. Finalmente, ela subiu em cima de seu corpo, abraçando-o com as pernas e recostou a cabeça em seu peito e lamentou: “Por quê, por quê?”.
Diversas cerimônias foram realizadas em memória de Kurt. Umas das mais notáveis aconteceu numa tarde de domingo: uma vigília pública foi realizada no Pavilhão da Bandeira do Seattle Centre e reuniu 7 mil pessoas, que levaram velas, flores, cartazes e algumas camisas de flanela em chamas. Um conselheiro de suicídio discursou e incentivou os jovens em dificuldades a pedirem ajuda, enquanto os DJs lcocais trocavam recordações. Uma mensagem curta de Krist foi divulgada, bem como uma fita de Courtney, que leu também a carta de despedida de Kurt.
O corpo de Kurt Cobain foi cremado e Courtney recebeu a urna com as cinzas uma semana depois. Ela pegou um punhado e o enterrou sob um salgueiro na frente da casa. Em maio, colocou o resto numa mochila de ursinho e viajou até o mosteiro budista Namgyal, perto de Ítaca, estado de Nova York, onde procurou consagração para as cinzas e absolvição pra si mesma. Os monges abençoaram os restos e usaram um punhado para fazer uma escultura comemorativa.
A maior parte dos restos mortais de Kurt ficou depositada em uma urna no endereço do Lake Washington, até 1997, quando Courtney vendeu a casa, mas insistiu num acordo que lhe permite voltar um dia e remover o salgueiro.
Por fim, Frances Bean Cobain, então com seis anos de idade, espalhou as cinzas do pai no riacho McLane, em Olympia, Washington - elas dissolveram e flutuaram na corrente. Em diversos sentidos, este era, também, um local adequado para o descanso.
essa foi uma matéria que me comoveu bastante, até porque gosto bastante de Nirvana. Mais se ele quis assim, fazer o que, não há mais nada que podemos fazer. :(


O amor perguntou ao ódio: Porque me odeias tanto? O ódio respondeu: Porque um dia eu te amei demais !
:/

“Jared: É assinado em 1998, que é como uma vida inteira.
Tomo: Eu tinha acabado o ensino médio.
Jared: Sim, Tomo ainda estava crescendo pêlos pubianos, que como vocês podem ver floresceu por todo o rosto ”. 

“Shannon: Eu gosto de fazer sexo.
Jared: Isso é um show de família. Estamos apenas brincando crianças. Nós não fazemos essas coisas. Nós somos velhos demais para fazer isso"



O amor pode reconstruir sua vida mas, o amor pode partir seu coração


Sorte de hoje: A vida é como um livro: não importa que seja longa, contanto que seja boa

quarta-feira, 23 de março de 2011

Carta de Um Cão Abandonado



Meu querido amor…
Dentro de mim tem coisas que, por vezes, não se encontram em algumas pessoas. Quando você me pegou, pequenininho, e me tirou da minha mãe eu fiquei assustado e não entendi. Mas, de repente, comecei à sentir por você um amor tão forte e tão inexplicável!Fui crescendo e cada vez mais desejando sua companhia. Esperava ansioso por você, nas vezes em que saia e explodia de felicidade com a sua chegada. Nunca precisei de mais nada além de sua presença; tamanho o amor que sinto por você!De repente, algo aconteceu quando cresci! Você me pôs no carro (achei que fosse um dos nossos passeios tão maravilhosos que guardo na lembrança) e me levou para muito, muito longe de nossa casa. Abriu a porta do carro em um lugar deserto e estranho e me enxotou jogando pedras!!!Fiquei sem entender! O que foi que eu fiz? Pensei… Pensei… e não descobri o que te fiz. Foi então que aconteceu o mais assustador. Você ligou o carro e partiu acelerado! Corri muito pela estrada atrás de você! Até cair de exaustão. Meus pés e mãos muito feridos. Meu corpo cansado demais para continuar. Minha fome e sede começaram à ficar desesperadoras. MAS NADA IMPORTA! Tenho que te encontrar novamente!Porque te amo demais e nunca te esqueço! Tenho dentro de mim uma coisa que poucos homens tem. Tenho dentro de mim um amor de verdade. Porque ainda amo você! E não vou descansar enquanto não te encontrar. Quem sabe te encontro quando morrer?
SEU CÃO ABANDONADO.
- Autor Desconhecido

Vocês me entendem errado !

Eu não quero ser a deprimida. Não quero ser a Rebelde. Também não quero ser a ovelha negra da família, nem a anti-social. Eu quero apenas um momento de paz, e tranquilidade para mim ! Sem ninguém para reclamar em meus ouvindos, ninguém para me criticar. NINGUÉM !
Não quero ser muito, eu quero sem apenas EU !

Sorte de Hoje


 Amigo é aquele que conhece e ama você como você é

E eu sei agora, isto é o que eu realmente sou! Finalmente eu me encontrei! Lutando por uma chance, Agora sei quem realmente sou! ♪

Doçura ..



 eu estava só brincando Quando disse que gostaria de Arrebentar cada dente de sua boca

Nunca destrua o sonho de uma pessoa,


 isso pode ser a unica coisa que a resta

sexta-feira, 18 de março de 2011

SORTE DE HOJE

O grande prazer da vida é fazer o impossível
Alguém quer te ver na bad, te impede de usar até dread. Só que aqui nao tem nenhum nerd obedecendo quem pede 

Estilo não é sinônimo de gay .

Muitos dizem que moda é coisa só de menina e tal, nada a ver isso, quantos garotos estilosos e estilistas tem por ai? Moda não é restrito. Acho ridiculo rotular os homens que fazem faculdade de moda, ou são antenados e tal de gays e afins, totalmente insensato. 

I Love Popcorn s2

terça-feira, 8 de março de 2011

Shannon Christopher Leto


Dia O9 de Março de 197O nasce Shannon Christopher Leto . Ele é um músicoestadunidense e atual baterista da banda 3O Seconds to Mars . É também fotógrafo profissional.
Completando hoje 41 anos ,e que sejam muitos e muitos mais anos de carreira , sucesso e vida .
Ele não é um simples baterista , ele é muito mais que isso . Ele encanta todos a sua volta , com seu carisma , sua força de vontade ,e com todo seu charme .
Do fundo do meu coração , desejo que você seja muito ,mais muito feliz . 
Nós te amamos , Shannon Leto


( Mariana C )
O9/O3/2O11 .



Jared Leto & Shannon Leto . anw *-*
Axl W Rose

Suck me Bitch


Religião não muda Caráter .


Julga ele pelo modo de se vestir e de viver ? E você , que foi assistir o filme do Justin Bieber com uma calça colorida , escutando Calypso . rá

Parabéns mulhereda , pelo nosso dia ..
Jared Leto


Look in my eyes, You're killing me, killing me . All I wanted was you !

domingo, 6 de março de 2011


 Tem um alguém que você ama muito que jamais conseguiria pensar em como seria sua vida sem ela correto? Já veio o nome de alguém na sua cabeça não é? Agora pare e reflita como seria você dormir e quando acordar saber que essa pessoa não está mas entre nos, que está em um lugar bem distante daqui, sabendo que você não pode ve-lá mas ela pode olhar todos os passos que você dá. Você sabe onde ela está não sabe? Está junto de Deus. Você sabe que não pode mais ouvir a voz dela, mas o que você mais queria era poder ouvi- lá mesmo se fosse pra gritar, chorar, ou até mesmo pra chamar a sua atenção.

O sol já está entrando dentro do seu quarto e você está despertando, e assim que se lembra do dia anterior se lembra que perdeu uma das peças mais rara do seu jogo preferido. Seu pensamento logo pela manhã: - Por que Deus levou você de mim? -. Não culpe Deus, ele sabe muito bem o que faz. Ele achou que já estava na hora dela partir, sua missão na Terra já estava cumprida pra você pode até parecer que ela ainda tinha muito o que fazer por aqui mas pra Deus não. 
E os dias vão se passando, e tudo lembra esse ALGUÉM. Aquela piada que vocês viviam contando um pro outro que se for contada por outra pessoa já não tem a mesma graça, aquele perfume doce que na pele de outro se torna amargo, aquele abraço que te trazia a mesma sensação de estar protegido, e agora quem vai me dar esse abraço? 
Não importa se estou falando de perder um amigo, seus pais ou até um parente, na hora não vai fazer diferença você vai sofrer do mesmo jeito, vai chorar, vai ficar triste, a dor vai ser a mesma.
Imagine perder seus pais, é como se o mundo desabasse em cima da minha cabeça. Será que eu tratei eles da forma que eles realmente mereciam? Será que eles perdoam todas as vezes que eu senti raiva ou vergonha, deles? E agora como eu vou prosseguir sem a minha base? Quem vai me aconselhar? Quem vai me ligar falando pra eu tomar cuidado e não voltar tarde pra casa porque é perigoso? Quem vai falar de manhãzinha: - Filha boa aula ? .. Quem vai me lembrar de colocar o casaco dentro da bolsa que vai fazer frio mesmo sendo em um dia ensolarado? A minha mãe parece que sabe de tudo que vai acontecer, se ela falar que fulano vai me decepcionar eu já tenho que ficar esperta porque vai mesmo. Como vou fazer sem a minha mãe diná? E o meu super  heroí? Quem vai me proteger dessas maldades desse mundão? Quem vai me proibir de namorar com essa idade? E vai ficar morrendo de ciúmes se eu falar que estou gostando de alguém? Viu, como seus pais fazem falta? Não tem razão eu ficar aqui sem eles, quem vai me proteger, cuidar de mim com os meus cuidados e os mesmos carinhos que eles?
E seus amigos? Quando acontecer algo de novo que você vai correr pra contar pra ele e ele não vai estar lá. Você vai estar afim de alguém e não vai saber o que seu amigo acha, porque ele já não vai estar entre nos. 
Se o seu amigo ou seus pais ou qualquer pessoa que você ame estiver passando por um momento não muito agradável, fique do lado dele, ajude ele a enfrentar todas as barreiras possíveis, se ele estiver com uma doença grave levante o astral dele, diga a ele que ele vai conseguir passar por cima de todas as barreiras, e que um dia vocês ainda vão rir dessa situação juntos, se souber que são as últimas semanas de vida desse alguém aproveite ao máximo, faça tudo tudo mesmo que você tiver direito, o trate bem e o ame pra sempre independente de qualquer coisa. Diga o quanto esse alguém é importante pra você, não deixa pra amanhã o que se pode fazer hoje, o que se pode fazer agora, depois pode ser muito tarde e você não vai saber se fez realmente tudo que poderia ter feito. Falar pros outros o quanto esse alguém é importante é muito fácil e essa pessoa já sabe o quanto ela é essencial pra você? O quanto você ama ela? Que sua vida sem ela não faz sentido algum?
Então vire e fale pra ela. EU TE AMO! Por que essa vergonha em falar uma frase tão simples, mas com tantos sentimentos?  



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- Bella : Jacob , eu sei o que você é .


- Jacob : O que , diga ?




- Bella : Sharkboy . 



kkkkkkkkkkkkkkkkkk


Franja é emo. Rosa é paty,


músicas pesadas é rockeiro. Óculos é nerd. Saias compridas é crente. Chorar é gay. Sorrir é estar afim. Achar bonito é gostar. Abraço é sexo. “Pegar” é diversão. Namoro virtual é perda de tempo. Beber é passa-tempo. Fumar é estilo. Aliança é só desculpa para dar um “fora”. Se cortar virou moda. Ter filho aos 14 anos é comum. Namorar é prisão. Tatuagens e piercings é hardcore. Gostar de tal banda é modinha.
Tenis colorido é Restart. E ai, sociedade? Agora sabe o motivos por eu me envergonhar de você?